
Boateng já jogou no time de base da Alemanha (onde está seu irmão, Jerome), mas acabou expulso por indisciplina
Os torcedores alemães não querem nem ouvir falar em Kevin-Price Boateng. É só dizer este nome que eles fecham o rosto. O meia da seleção de Gana foi o responsável por tirar do Mundial o melhor jogador da Alemanha, Michael Ballack. E ninguém se esquece disso.
Em 17 de maio, na final da Copa da Inglaterra entre Portsmouth e Chelsea, Ballack levou uma entrada dura de Boateng e sofreu lesão no tornozelo direito, sem chance de se recuperar a tempo de ir à África do Sul. A Alemanha perdeu seu meia e seu capitão e o país se revoltou com Boateng.
O atleta de 23 anos iniciou a carreira no Hertha Berlim. Filho de pai ganês e mãe alemã, chegou a defender a seleção de base do país europeu até ser expulso por indisciplina. Assumiu, então, as cores do país de seu pai.
Após a lesão de Ballack, o jornal Bild pegou pesado com Boateng, que disse se sentir injustiçado. O meia afirmou, na época, que recebeu ameaças de torcedores e que sua família estava preocupada com a situação.
Disputa familiar. Se entrar em campo, Boateng viverá uma situação peculiar. Além de enfrentar o ressentimento pela lesão de Ballack, estará diante de um conhecido: seu irmão, o zagueiro Jerome Boateng, que atua no Hamburgo e nunca desistiu da seleção alemã, tricampeã do mundo.
Segundo o meia Schweinsteiger, a Alemanha não pode pensar em nada mais além da classificação para a fase seguinte. "Esta não deve ser uma partida entre Alemanha e Boateng", disse Schweinsteiger.
Uma situação inusitada, mas não inédita no futebol. Vários irmãos já se enfrentaram por seleções diferentes em partidas internacionais. Entre eles, o australiano Tim Cahill e o irmão Chris Cahill, de Samoa. Assim como Michele Andreolo, da Itália, e Raymundo Andreolo, do Uruguai. Ou Gerry Baker, dos EUA, e Joe Baker, da Inglaterra.
FONTE: O Estado de São Paulo
Os torcedores alemães não querem nem ouvir falar em Kevin-Price Boateng. É só dizer este nome que eles fecham o rosto. O meia da seleção de Gana foi o responsável por tirar do Mundial o melhor jogador da Alemanha, Michael Ballack. E ninguém se esquece disso.
Em 17 de maio, na final da Copa da Inglaterra entre Portsmouth e Chelsea, Ballack levou uma entrada dura de Boateng e sofreu lesão no tornozelo direito, sem chance de se recuperar a tempo de ir à África do Sul. A Alemanha perdeu seu meia e seu capitão e o país se revoltou com Boateng.
O atleta de 23 anos iniciou a carreira no Hertha Berlim. Filho de pai ganês e mãe alemã, chegou a defender a seleção de base do país europeu até ser expulso por indisciplina. Assumiu, então, as cores do país de seu pai.
Após a lesão de Ballack, o jornal Bild pegou pesado com Boateng, que disse se sentir injustiçado. O meia afirmou, na época, que recebeu ameaças de torcedores e que sua família estava preocupada com a situação.
Disputa familiar. Se entrar em campo, Boateng viverá uma situação peculiar. Além de enfrentar o ressentimento pela lesão de Ballack, estará diante de um conhecido: seu irmão, o zagueiro Jerome Boateng, que atua no Hamburgo e nunca desistiu da seleção alemã, tricampeã do mundo.
Segundo o meia Schweinsteiger, a Alemanha não pode pensar em nada mais além da classificação para a fase seguinte. "Esta não deve ser uma partida entre Alemanha e Boateng", disse Schweinsteiger.
Uma situação inusitada, mas não inédita no futebol. Vários irmãos já se enfrentaram por seleções diferentes em partidas internacionais. Entre eles, o australiano Tim Cahill e o irmão Chris Cahill, de Samoa. Assim como Michele Andreolo, da Itália, e Raymundo Andreolo, do Uruguai. Ou Gerry Baker, dos EUA, e Joe Baker, da Inglaterra.
FONTE: O Estado de São Paulo
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